segunda-feira, 20 de junho de 2011

Como um cofre ele se apresenta
Porém um cofre atípico;
Sempre trancando, assim como se deve ser;
Contudo, dual;
Sempre aberto!
Aberto a todas as suas escolhas
Porém, trancado ao seu desenrolar
Como aquela porta entreaberta
Convidando lhe a dar uma espiada
Há, contudo, um negrume que
Não lhe permite ver o que há adiante
Um salto no imaginário, instiga
Empurrando o subconsciente, consciente e uma coisa completamente desconhecida
Numa relação epifitista
Onde aqueles conhecidos são neutros
E estes
Misteriosamente não se apresentam, nos deixando duvidas, incertezas, descrenças.
Probabilidade, destino, Deus, relações bioquímicas, erros, ruídos brancos?
Em verdade sei que este é um personagem mefistofélico!