segunda-feira, 26 de julho de 2010

Cacos de vida

Depois de ter a sua vida lapidada
Na forma dum cristal que embreaga
O pôs em um pedestal
Não sentiu que a cada dia se ofuscava

Cacos de vida espalhados pelo chão
Brilhantes como diamantes
Cortante como vidro ...
Pujante como amantes.

A desgraça veio em lágrimas
Oras tu que agora passas
Não percebes o mal e a desgraça
Que cabe num coração.

Agora não há do que lamuriar
Contudo, o que pensar
Os erros da vida
Os males do coração.

Um comentário:

Carol de bem com a vida disse...

Simplesmente perfeito !!!!
Beijos da sua Linda