sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Ipê

Queria saber qual a cor do seu coração
Pra poder ao menos entender.
Enquanto deslizo sobre curvas
Que enegrecem o meu colher
A vida vivida sem ti é a vida
Não desejada, nem amada;
É apenas a vida passada
Pela metade de minha alma
Do terço da minha sala
Dos quintos da minha alegria
Mesmo que pertença ao dobro do meu sofrimento
Ah se tudo fosse diferente
Cavalos marinhos, Ipes amarelos, botos rosas
Mas hoje é como que lhe perder
é cinza, escuro, turvo.

Um comentário:

ana carolina disse...

Que pretençao a minha ...
as vezes acho que vc escreve pra mim ... aiaiai

Nunca vai descobrir meus segredos se realmente não dedicar a isso.

Cansei ... Já era tempo, né ?
bjs no coração